dependência química 13

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dependência química 13

Dependência Química: O Que É E Como Tratar
A primeira instância, usar substâncias químicas é sinônimo de felicidade e prazer. “Conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se manifestam após o uso recorrente de certa substância. De acordo com o CID, o código para a dependência química é o F19 sob o registro “Transtornos Mentais e Comportamentais Devido ao Uso de Múltiplas Drogas e ao Abuso de Substâncias Psicoativas”. Algumas vezes, os dependentes químicos são vistos pela sociedade como pessoas que não possuem força de
É interessante destacar que a dependência química não se trata de uma vontade de consumir determinada substância, mas, sim, de uma incapacidade de não consumi-la. É por isso que ela deve ser vista pelos familiares, amigos e profissionais não como uma fraqueza do indivíduo, mas como  uma doença. É preciso conversar com a pessoa, buscar tratamento médico nos postos de saúde, buscar os grupos de apoio, como Narcóticos Anônimos, e grupos de apoio às famílias. Já o lapso pode ser definido como a primeira violação nas regras para a manutenção da abstinência. Podemos dizer que o lapso pode ser o primeiro passo para uma recaída, mas nem sempre o é, pois muitas vezes as mudanças comportamentais ocorrem antes do real uso de drogas.


A dependência química ocorre quando a pessoa se torna incapaz de resistir à vontade do uso de substâncias. Por isso, o primeiro passo no tratamento de um dependente químico, independentemente da droga que é usada, é entender que é muito difícil tratar o vício — e que, muitas vezes, essa é uma batalha que a pessoa vai travar pela vida inteira. A depender do organismo de cada pessoa e também da substância utilizada, é possível perceber os sintomas que surgem com o cessar do uso, que vão desde ansiedade, depressão, nervosismo e fadiga até náuseas e vômitos, sudorese, dores no corpo, alucinações e convulsões. Já apontamos neste texto alguns fatores que são indicativos da dependência química, como as alterações de comportamento, o convívio social prejudicado e, até mesmo, o surgimento e/ou o agravamento de alguns problemas de saúde, como o aneurisma cerebral.

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Vamos listar 7 informações importantes para compreender melhor as características da dependência química. A evolução para cada uma das
Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto e gostaria de saber mais sobre a internação em uma clínica de reabilitação, dê o próximo passo. Acreditamos que esse seja o tempo necessário para que o interno retome não só a sobriedade, mas também reprograme sua vida a partir de novos valores e responsabilidades. A metodologia de tratamento aplicada aqui no Grupo Recanto prevê uma duração de seis meses. Muitas vezes, mesmo ciente do seu vício, ele tenta parar ou diminuir a administração da substância e não consegue. Por isso, neste final, resolvi reunir cinco dos questionamentos que mais escuto em relação ao tema e respondê-los de forma direta e didática. O Programa dos 12 Passos é a última fase do nosso tripé de tratamento e também um espaço para compartilhar experiências.

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Há casos que necessitam de internação direta e há casos que não necessitam de internação e sim de tratamento ambulatorial. Esse é outro dentre os sintomas de dependência química que varia conforme cada pessoa. Entretanto, independentemente de quando ocorra, o dependente negligencia deliberadamente os autocuidados, tratando a si mesmo com total descaso. Normalmente, os efeitos mais comuns da dependência química são bastante característicos, aliam mudanças fisiológicas, cognitivas, emocionais e de comportamento, que costumam se manifestar após o consumo repetido de certa droga.
Existem fatores de risco e protetores, associados ao indivíduo e ao contexto em que ele se encontra integrado, que facilitam, dificultam ou inibem a passagem para diversas fases. É considerada doença crônica, tal qual a hipertensão arterial e o diabetes, e, como tal acompanha o  indivíduo por toda sua vida. Como toda doença crônica, o tratamento é voltado para a redução dos sintomas, que afetam não apenas o paciente, mas toda comunidade ao seu redor. Vale lembrar que reconhecer os sintomas de dependência química é fundamental, mas não pode ser o único passo, e sim o primeiro. Não há exatamente uma causa que leve o indivíduo a desenvolver dependência química, apesar de muitos serem os cientistas e estudiosos que se dedicam ao assunto. Pesquisas na área concluíram que filhos de alcoólatras, por exemplo, possuem 4x mais chances de desenvolverem o alcoolismo.

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Outro sujeito se descreve como dopado no trabalho, dizendo que o consumo da maconha é para ele uma condição para ir trabalhar e se mostrar sociável. Segundo ele, jamais se dirige ao trabalho sem ter fumado, pois, sem a maconha, tudo se tornaria insuportável (id. p. 38). Ela mostra tudo o que é bom, tudo o que é importante, tudo o que devemos voltar a fazer.