Hábitos Alimentares De Crianças Menores De Um Ano De Idade Amamentadas E Não Amamentadas Revista Baiana De Saúde Pública

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Hábitos Alimentares De Crianças Menores De Um Ano De Idade Amamentadas E Não Amamentadas Revista Baiana De Saúde Pública

É importante que os pais e cuidadores estejam cientes da importância de promover hábitos alimentares saudáveis e equilibrados desde cedo, para prevenir problemas de saúde e transtornos alimentares no futuro.  https://www.unodc.org/lpo-brazil/pt/frontpage/2009/11/05-estudo-do-unodc-mostra-crescimento-das-drogas-sinteticas.htmlhttps://www.gov.br/pf/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/relatorio-de-drogas-sinteticas-2021/relatorio_drogas_sinteticas_2021___versao_final___revisado_ljm___edb_assinado_assinado.pdf Para Mayra, os dados mostram o quanto é importante que as crianças frequentem a escola e também a relevância desse programa, que possibilita que as crianças tenham hábitos alimentares saudáveis dentro da escola. A pesquisadora também reflete sobre essas informações na pandemia, em que as escolas estão fechadas e há uma insegurança alimentar e nutricional maior na sociedade. “Quando perdemos dinheiro, perdemos a condição de comprar mais alimentos in natura e minimamente processados. Para não passar fome, muitas famílias com situação socioeconômica prejudicada recorrem aos ultraprocessados. Isso é preocupante, é preciso cobrar dos governos a responsabilidade sobre todas essas consequências”.
Isso tem uma consequência direta na formação de preferências alimentares potencialmente prejudiciais ao longo da vida. Por isso, na hora de comer, é importante evitar pontos de distração, como brinquedos eletrônicos, músicas, discussões e televisão ligada. O momento da refeição deve ser tranquilo, pois isso ajuda os pequenos a conhecerem o sabor dos alimentos, mastigarem calmamente e valorizarem o ato de comer, como ele realmente merece. Não basta falar para o seu filho que ele precisa comer determinado alimento, se você mesmo não o come. Uma das melhores formas de realizar esse sonho é por meio de uma alimentação saudável e balanceada.

Flavia conta que, para isso, é preciso destacar que a família lança mão de alguns privilégios e que têm uma dinâmica diferente da experiência da maioria das famílias. “Moramos na praia (Ilhabela-SP), eu e meu marido trabalhamos em casa e, embora não tivéssemos tido ajuda externa, nós temos trabalhos que nos possibilitam a dedicação às atividades domésticas. Além disso, as crianças têm a oportunidade de tomar sol no quintal, além de acessarmos a ciclovia para praticar atividades físicas”, enumera. Além disso, o ambiente em que a criança é criada também pode influenciar o desenvolvimento de transtornos alimentares.  Explore todas as possibilidades Se a criança cresce em um ambiente onde a comida é usada como uma forma de conforto emocional ou como uma recompensa, isso pode levar a uma relação emocional com a comida e a uma maior probabilidade de desenvolver transtornos alimentares.

Hábitos alimentares infantis


Pais que fazem com que seus filhos adotem hábitos alimentares saudáveis ​​desde tenra idade podem ter uma influência positiva nos  hábitos alimentares de seus filhos mais tarde na vida. A transição dos hábitos alimentares é um dos grandes eventos nesses últimos anos. As pessoas deixaram de comer alimentos vindos da natureza e deram espaço aos industrializados e processados. Com isso temos hoje a construção de uma nova estrutura no ambiente familiar, social e cultural.


Em relação ao comportamento de consumo, já foi observado que as crianças tinham dinheiro para gastos pessoais, independentemente do nível socioeconômico a que pertencem4. Foi possível caracterizar uma situação de maior autonomia das crianças da escola pública como consumidoras, as quais já possuíam mais liberdade para gastar seu dinheiro de maneira independente. Entre as crianças de escola particular, observou-se maior dependência dos pais nas compras. Nas duas escolas, foram utilizados guias de discussão semiestruturados para a condução dos grupos focais que se destinavam a conduzir a discussão para temas comuns.

Hábitos alimentares infantis


Na atualidade, muitas vezes, a boa alimentação tem sido negligenciada em detrimento das comidas práticas, industrializadas, calóricas e prejudiciais à saúde. Esse tipo de alimento compromete a imunidade das crianças, pode provocar alergias, além de causar problemas sérios como, por exemplo, a obesidade infantil. Nos primeiros seis meses de vida, o leite materno é o alimento mais completo e indicado para os bebês. O aleitamento materno deve ser exclusivo até o sexto mês e mantido até os dois anos de idade ou mais, desde que tenha a função nutritiva e respeite a vontade da criança e da mãe.
A criança pode apresentar resistência as novas texturas, odores, sabores e utensílios. Vale lembrar que a criança não deve ser exposta ao açúcar até os dois anos de idade e que a água deve ser a fonte de hidratação. Sucos naturais não devem ser ofertados no primeiro ano de vida e a partir de então, consumidos com moderação. Sucos artificiais, refrescos e refrigerantes devem ser sempre evitados, pois além de atrapalharem o apetite, não são saudáveis.
O desenvolvimento de uma alimentação saudável, quando criança, é decorrente de hábitos dos familiares, da disponibilidade de alimentos, e das estratégias utilizadas pelas escolas para o aprimoramento dos comportamentos alimentares dos escolares. Os pais têm o papel de apresentar os alimentos saudáveis, auxiliando seus filhos a desenvolver e aprimorar seus hábitos corretos. Nos artigos revisados constam que os familiares exercem influência direta na escolha dos alimentos saudáveis pelas crianças, sempre visando à formação de bons hábitos e a escola tem o papel de incentivá-los através de técnicas os hábitos saudáveis. Dessa forma, torna-se importante orientações por parte de profissionais nutricionistas para introdução correta de alimentos, com foco em uma alimentação saudável e equilibrada por toda a vida. Foi possível observar o hábito excessivo de assistir à TV entre os estudantes das duas escolas, sem a percepção do controle dos pais. Entretanto, importantes diferenças nos hábitos alimentares e no comportamento de consumo foram identificadas entre as crianças dos diferentes níveis de renda.