Lembrando que sem o acesso à água potável as pessoas têm dificuldade para manter a higiene das suas mãos, do seu corpo, alimentos, residência e dos objetos que utilizam no dia a dia. Assim, essa parcela da população sem acesso ao saneamento básico está mais suscetível às doenças de veiculação hídrica, aquelas disseminadas pela água contaminada. Ao mesmo tempo, não conseguem manter uma boa higiene pela escassez de recursos para isso. É bastante comum que os hábitos de higiene sejam negligenciados, em especial quando as pessoas estão fora de casa. https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cocaina-jogada-por-traficantes-no-mar-vicia-tubaroes-dizem-cientistas/ Uma explicação seria o fato de os recursos necessários para manter em esses cuidados serem mais escassos nos ambientes públicos. Além disso, existem muitas distrações que fazem esses detalhes passarem despercebidos.
Leia as dicas Assim, se utilizar a mesma peça mais de uma vez, especialmente quando sair de casa com ela, seu corpo poderá entrar em contato com as impurezas novamente. Sendo assim, naturalmente ficamos “sujos”, e isso é intensificado pelo contato que temos com impurezas ao longo do dia, como a poeira, poluição e os micro-organismos. Perceba que as medidas preventivas para a Covid-19 também são válidas em diversos outros casos. Afinal, a higienização dos alimentos, por exemplo, também ajuda a prevenir as verminoses, que costumam afetar as pessoas pelo consumo de legumes, verduras e frutas contaminados.
Ter um álcool gel sempre ao alcance também é uma medida eficaz para prevenir doenças. Esse conceito se refere a cuidar da nossa saúde através da limpeza e do asseio. Uma boa higiene pessoal é essencial para evitar a propagação de doenças causadas por germes, vírus e bactérias. Bons hábitos de higiene em conjunto com acesso ao saneamento básico podem salvar vidas.
A região íntima deve ser mantida sempre limpa, independente da idade e sexo. https://site.mppr.mp.br/projetosemear/Pagina/Informativo-Tematico-052022 A limpeza desta área corporal evita doenças, infecções, assaduras e o incômodo mau cheiro. Além dessas implicações diretas, a higiene pessoal infantil traz outros benefícios às crianças.
É verdade que o ideal seria levar o saneamento básico para todas as pessoas junto com projetos de educação e conscientização, garantindo a democratização dos cuidados com a saúde. Dessa forma, seria possível minimizar a transmissão de doenças provocadas por micro-organismos que passam de pessoa para pessoa, do ambiente para elas ou pelo contato com água e alimentos contaminados. Por isso, o banho diário é fundamental para garantir que todo o corpo esteja muito bem higienizado. Apesar de não ser preciso lavá-los diariamente em alguns casos, não dá para se esquecer dos cabelos, afinal, o couro cabeludo produz oleosidade e os fios em si acumulam impurezas ao longo dos dias. Por exemplo, se você não lava as mãos com frequência, pode transferir facilmente germes para a boca ou para os olhos. Isso pode levar aos mais diversos problemas, desde infecções estomacais até oculares.
Aqui, escola e família devem atuar em conjunto e não podem se furtar de seus primordiais papéis de agentes de conscientização. Vale lembrar que os ensinamentos transmitidos durante essa fase têm maiores chances de se tornarem um hábito, isto é, de permanecerem por toda a vida. Quando os cabelos estão sujos, grandes e pouco volumosos, facilitam o aparecimento e a multiplicação de piolhos, por isso é sempre bom examinar a sua cabeça. A ginecologista ainda explica outros fatores que aumentam o risco de infecções, irritações e alergias. “É uma área com secreção, abafada, perto do canal anal e da uretra, e ainda por cima tem uma pele sensível e mais fina suscetível a uma série de fatores internos e externos”, complementa.
Deve-se lavar o cabelo no mínimo duas vezes por semana, até porque é sempre agradável ter o cabelo limpo, cheiroso, brilhante e bem cortado. Limpar as mãos é uma precaução essencial para que microorganismos não consigam “acessar” o corpo por “portas de entrada” como a boca, os olhos e o nariz. Manter a casa, os móveis e utensílios limpos, ajuda a prevenir a proliferação de organismos que causam doenças, além de deixar o lar bem mais aconchegante.
Isso se dá pela disseminação do vírus no ambiente da casa ou pela transmissão dele de pessoa para pessoa. No caso da Covid-19, uma pessoa pode infectar outras seis, número que poderia ser reduzido por meio da adoção desses hábitos. O Dr. Eduardo reforça que “podemos contrair qualquer doença viral ou bacteriana existente, que vai de uma simples gripe até mesmo uma meningite fatal”, quando esses hábitos não são observados. Todas essas práticas devem ser evitadas porque esses objetos acumulam fluidos corporais, então, pode haver a transferência entre pessoas e, por consequência, contaminação.