Pais que fazem com que seus filhos adotem hábitos alimentares saudáveis desde tenra idade podem ter uma influência positiva nos hábitos alimentares de seus filhos mais tarde na vida. A transição dos hábitos alimentares é um dos grandes eventos nesses últimos anos. As pessoas deixaram de comer alimentos vindos da natureza e deram espaço aos industrializados e processados. Com isso temos hoje a construção de uma nova estrutura no ambiente familiar, social e cultural.
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A preferência por alimentos doces é natural desde o nascimento e, portanto, pode atrapalhar a aceitação de frutas e de vegetais. E, como as crianças tendem a imitar o comportamento dos pais, é importante que os familiares deem o bom o exemplo. Além disso, pesquisas indicam que a probabilidade de as crianças sofrerem de obesidade dobra quando seus pais estão acima do peso. Felizmente, existem várias maneiras de os pais moldarem o comportamento alimentar de seus filhos de maneira positiva.
https://www.unodc.org/documents/lpo-brazil/Topics_drugs/Campanha-global-sobre-drogas/getthefacts11_PT_.pdf
Esse cenário cresce em parte devido a uma herança genética (poligênica), mas o ambiente favorável faz parte deste novo formato da vida moderna. Os maus hábitos alimentares foram construídos com o aumento da ingestão de calorias ruins, alimentos altamente calóricos, ricos em gordura e sal, pobres em nutrientes, aliados ao consumo excessivo do açúcar, dos refrigerantes e de fast food. Neste quadro vê-se não só crianças, mas adultos, altamente viciados em alimentos com alto teor de gordura, sal e açúcar. Para que as crianças criem hábitos alimentares saudáveis, os pais precisam, desde cedo, inserir alimentos variados no cardápio, com todos os macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) e micronutrientes (sais minerais e vitaminas) necessários.
Ela conta que os profissionais do hospital não trabalham com dietas ou mesmo com proibição de alimentos, mas sim em construir uma alimentação saudável. “Ensinamos algumas estratégias para a criança aprender a lidar com a comida. A obesidade deve ser combatida porque ela é um forte fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis. Pessoas obesas têm mais chance de sofrer infarto, AVC, trombose, embolia e arteriosclerose, além de problemas ortopédicos, apneia do sono e alguns tipos de câncer.
Dados do Unicef mostram que o consumo de alimentos industrializados aumentou durante o isolamento, principalmente onde residem crianças e adolescentes. Nutricionistas falam sobre driblar esse contexto difícil que prejudica os hábitos alimentares; acompanhe também uma pesquisa que avalia a presença de ultraprocessados na alimentação infantil nos ambientes escolares e seus entornos. Você ainda vai conhecer uma família de veganos que teve uma experiência enriquecedora durante o período de isolamento.
Nenhuma criança associou o consumo de frutas, legumes e verduras ao ambiente escolar. A família deve ser orientada para não oferecer doces, sorvetes e refrigerantes para a criança pequena. Então, é importante que as crianças não recebam esses alimentos antes dos dois anos de idade”, comenta Patrícia Jaime, do Ministério da Saúde. “O consumo dessas comidas faz com que as crianças se desinteressem pelos alimentos saudáveis e a má alimentação pode se perdurar na idade escolar e na adolescência”, completa. A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil recomendam que até os seis meses de idade as crianças sejam alimentadas apenas com o leite materno. [newline]Tais recomendações não são por acaso e buscam aumentar as chances de um futuro saudável para os pequenos, tendo em vista que são nos primeiros mil dias de vida, período chamado de primeira infância, que se tem a formação do hábito alimentar. Restringir o acesso a alimentos muito palatáveis pode aumentar nas crianças a preferência por eles, além de despertar o desejo de consumi-los23.
https://brasilescola.uol.com.br/drogas/crack.htm#:~:text=O%20crack%20%C3%A9%20uma%20droga
Não se tratar de passar a refeição inteira falando das funções benéficas de cada alimento, mas ao servir o arroz com feijão, por exemplo, vale dizer que essa ‘dupla’ faz parte dos alimentos saudáveis e contém uma série de vitaminas e nutrientes. E que comer esses alimentos, portanto, faz um bem enorme ao corpo e à saúde do seu filho. A chance da criança querer experimentar um prato que ela mesma ajudou a preparar (sempre, com a supervisão de um adulto) é muito maior. “Cozinhar com os filhos é a melhor maneira de estimulá-los e cultivar bons hábitos, fazendo com que conheçam os alimentos e sintam o prazer do momento ao lado dos pais, criando também uma memória afetiva”, relata Débora Sasdelli, nutricionista da Nutrebem. A alimentação é uma atividade que envolve muitas estruturas do corpo humano e a