Saúde Reprodutiva Ganha Reforço Na Rede

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Saúde Reprodutiva Ganha Reforço Na Rede

A atividade física feita de maneira adequada e regular, controla os níveis hormonais de estresse e fornece uma sensação de bem estar muito benéfica para a saúde geral e reprodutiva. Normalmente, as probabilidades de gravidez a cada mês de tentativas pelo casal não são tão altas quanto se imagina. A capacitação acontecerá de forma remota das 9h30 às 12h, e para participar o interessado deve se inscrever acessando o link. Após a realização do cadastro, será enviado um email com o comprovante de inscrição, contendo o link específico da sala de apresentação, que deverá ser acessado no dia do evento. O objeto profissional se define com o agir da profissão e para isto se faz necessário diferentes habilidades adquiridas durante a formação acadêmica do enfermeiro (ESP 7). Na segunda rodada do Delphi, conforme evidencia-se na Tabela 1, quatro competências não obtiveram o consenso estabelecido nesse estudo de 70 % nos escores 4 e 5.

Saúde reprodutiva


Adolescentes são pessoas livres e autônomas, que têm direito a receber educação sexual e reprodutiva e a ter acesso às ações e serviços de saúde que os auxiliem a lidar com a sexualidade de forma positiva e responsável e os incentive a adotar comportamentos de prevenção e de cuidado pessoal. Isso implica que todos os adolescentes e jovens que procuram o serviço de saúde sejam ouvidos com atenção, recebam informações, atendimento e encaminhamentos adequados. O acesso aos preservativos e ao teste de gravidez deve ser o mais abrangente e simples possível, favorecendo as ações de anticoncepção, de prevenção das IST/HIV/Aids e o acesso precoce ao pré-natal. Nesse campo são fundamentais as ações educativas, e que estas se desenvolvam em diferentes espaços, nas escolas, nas associações comunitárias, nos serviços de saúde, no domicílio, entre outros, buscando-se o envolvimento dos pais e familiares.
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Para refletir sobre gravidez na adolescência e o direito à educação de forma divertida, propõe-se que o núcleo de adolescentes conheça a metodologia Entre Fraldas e Cadernos, desenvolvida pela BEMTV, uma ONG sediada no Rio de Janeiro, que criou um material para que estudantes pudessem fazer uma fotonovela sobre o tema na escola. Os conceitos de saúde reprodutiva e direitos reprodutivos  foram definidos claramente pela primeira vez em 1.994, na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, realizada no Cairo, Egito, da qual o Brasil foi signatário das resoluções. Entretanto, esclarece a Diretora da SMS, enfermeira Márcia Zinn Carlos, cada candidata ao DIU passará por prévia avaliação clínica no seu posto de saúde de referência (que inclui exames físico geral, ginecológico e citopatológico) para que haja indicação à agenda especializada, que ficará a cargo do médico ginecologista e obstetra, José Luiz Cantera Menna Barreto. “Os protocolos da atenção básica para a saúde da mulher incluem outra formas de contracepção, conforme o histórico médico de cada uma, e é importante que a paciente esteja informada de que o DIU, enquanto método de eficácia elevada, também possui efeitos colaterais e adversos”, complementa a gestora. Entre os possíveis limites deste estudo, é importante destacar que a população escolar representa uma aproximação da população adolescente, ao excluir os jovens que se encontram fora da escola. A cobertura do sistema de educação no país tem aumentado, aproximando-se, cada vez mais, de sua universalização.19 Outro limite do presente estudo refere-se ao fato da amostra, ao representar as capitais, não refletir, necessariamente, as condições de representatividade do interior do país.

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E ter acesso a informação de qualidade e a oportunidades para o exercício dos direitos sexuais e direitos reprodutivos, sem discriminação, coerção ou violência, pode? É disso que tratam os compromissos assumidos pelo Brasil durante a Conferência Internacional de Direitos Humanos (Viena, 1993), na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (Cairo, 1994), bem como nos princípios da Convenção para Erradicar, Sancionar e Punir a Violência Contra a Mulher (CEDAW, 1994). Agora temos que nos mobilizar para garantir que os direitos sexuais e direitos reprodutivos (DSDR) recebam cuidados e atenção especiais por parte das políticas públicas, pois no centro da afirmação desses direitos está o fortalecimento da autonomia e o empoderamento dos indivíduos. O tema deve ser, cada vez mais, inserido no cotidiano de alunos, educadores, profissionais de saúde e famílias. Dessa forma, estaremos promovendo maior conhecimento do tema e semeando - assim se espera - práticas mais responsáveis. Analisou-se a produção científica sobre a saúde sexual e a saúde reprodutiva no campo da aids nas seis edições dos Congressos Brasileiros de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, promovidos pela Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO), entre 1995 e 2013.
https://www.gov.br/pf/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/relatorio-de-drogas-sinteticas-2021/relatorio_drogas_sinteticas_2021___versao_final___revisado_ljm___edb_assinado_assinado.pdf
Para o integrante do Grêmio Estudantil da Escola Estadual Professora Maria do Carmo Almeida, Marcos Vinícius Soares, de 18 anos, “quem trouxe essa ideia foi o professor Pedro, através dos alunos, com o projeto das mães grávidas da região de Amarantina. A importância desse assunto é para mostrar à sociedade essas consequências e o que tem acontecido dentro da cidade deles. E agora, através dessa audiência pública, poderemos levar conhecimento também para a população em relação a sexualidade e quebrar tabus”, ressaltou. O vereador Geraldo Mendes (PCdoB), que presidiu a conversa, parabenizou a escola pela realização da pesquisa. “Quero parabenizar a escola e o professor Pedro, que em uma conversa disse que havia realizado esse projeto de pesquisa com os alunos. Esse projeto tem que ser uma discussão permanente nas escolas municipais, até mesmo como prevenção, porque a evasão da escola, principalmente das meninas, em muitos casos se deve a isso, em ter o nascimento do filho e não conseguir conciliar o estudo com a tarefa de mãe, enquanto que o pai, muita das vezes, não dá a devida atenção”, disse.
https://brasilescola.uol.com.br/drogas
A saúde sexual e reprodutiva, portanto, implica em se oferecer aos cidadãos acesso à informação e aos meios para que possam expressar sua sexualidade e exercê-la de maneira segura e satisfatória, livre de coerção, violência e discriminação, tendo autonomia para se reproduzirem e a liberdade de decidirem se querem ter filhos, quando e quantos. Conseguimos perceber que uma das formas que poderíamos atingir essa parcela importante da população seria através de projetos que a gente tivesse condição prática de fazer esse debate acerca da prevenção da gravidez e também da prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST’s)”. Contendo um panorama atualizado do conhecimento adquirido até o momento sobre a saúde reprodutiva da mulher brasileira, responde a uma demanda crescente por informações de qualidade. Assim, torna-se instrumento para a organização e a sistematização da reflexão analítica relativa a resultados de investigação e a balanço de experiências de implementação de políticas sociais.
Com apoio do(a) articulador(a) do Selo UNICEF, propõe-se que uma comissão de adolescentes se reúna com a Secretaria de Educação a fim de propor a implementação da metodologia do projeto Entre Fraldas e Cadernos nas escolas. Um grupo de adolescentes pode se familiarizar sobre o tema e acessar o manual da BEMTV nos materiais de referência deste Desafio. Em cada uma das turmas do 9o ano (8o série) selecionadas, todos os alunos foram convidados a responder ao questionário da pesquisa.