Use O Coração Para Vencer As Doenças Cardiovasculares: 29 9 Dia Mundial Do Coração Biblioteca Virtual Em Saúde Ms

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Use O Coração Para Vencer As Doenças Cardiovasculares: 29 9 Dia Mundial Do Coração Biblioteca Virtual Em Saúde Ms

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https://unafiscosaude.org.br/site/dependencia-quimica-e-os-tratamentos-mais-indicados/
https://www.unodc.org/documents/lpo-brazil/Topics_drugs/Campanha-global-sobre-drogas/getthefacts11_PT_.pdf

Pessoas magras também podem apresentar descontrole nos níveis de gordura no sangue e estar no grupo de risco de infarto e AVC. O LDL, conhecido como “ruim”, e o HDL, que protege o coração de doenças e, por isso, é considerado “bom”. Os demais, 30%, vêm da dieta e, por isso, é tão importante manter uma alimentação equilibrada, alerta a SBC. A Carta de Ottawa, fruto da I Conferência Internacional de Promoção da Saúde, define promoção da saúde como "o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle deste processo"12. No entanto, o padrão comportamental e os hábitos de vida estão estreitamente relacionados com condições objetivas de oferta, demanda, consumo, modismo e ainda as representações sociais da cultura e das relações sociais estabelecidas na sociedade10.

Doenças cardiovasculares


Essas doenças são de caráter sistêmico, o que implica no comprometimento de outros órgãos, em função da circulação sanguínea, como fonte de oxigênio e glicose (Cohen & Gunstad, ). Assim, enfatiza-se que ambas as atitudes são de fundamental importância para esse período de isolamento social. Por conta da pandemia do novo coronavírus e a recomendação para se ficar em casa, favorecendo o distanciamento social e, assim, evitar aumento dos casos, é fundamental que as pessoas mantenham – ou criem – uma rotina fisicamente ativa. A mensagem do diretor de Promoção de Saúde Cardiovascular da SBC é que a população continue se cuidando, mesmo na pandemia, e não deixe de realizar atividade física, com segurança. Segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), a pandemia fez as pessoas negligenciarem os cuidados com a saúde, como a realização de exames, inclusive de colesterol.


Em 1987, o governo da ilha lançou um programa de intervenção sobre DCNT para prevenir e controlar essas doenças através de mudanças de estilos de vida. O objetivo do programa foi modificar os níveis de fatores de risco relacionados ao estilo de vida incluindo intolerância à glicose, HA, hiperlipidemia, obesidade, tabagismo, consumo de álcool e sedentarismo. Os componentes de prevenção primária incluíram o extensivo uso de mídia de massa, políticas fiscais e legislativas e atividades de educação sanitária na comunidade em geral, nas escolas e nos locais de trabalho. Resultados mostraram tendências favoráveis nos níveis de fatores de risco, com diferenças significativas na redução da prevalência de tabagismo (11%), aumento da prática de atividade física moderada (5,2%), redução do consumo de álcool (23,8%), e redução do colesterol sérico (18,9%) e HA (2,9%)28.

A orientação para evitar problemas com  o coração é a adoção de um estilo de vida mais saudável. Abandonar o fumo, manter o peso e um programa regular de exercícios são imprescindíveis, além de adequar a dieta e controlar os níveis de colesterol. Tatiana aconselha o acompanhamento médico regular de uma pessoa de baixo risco após os 40 anos, com monitoramento frequente dos níveis de colesterol e de glicemia.

Doenças cardiovasculares


A patologia pode ser tratada como uma doença específica e até como um sintoma de cardiopatia. No Brasil, o número de bebês que nascem todos os anos com esse tipo de problema é bastante alarmante. São cerca de 20 mil crianças com a cardiopatia, sendo que mais da metade precisará se submeter a uma cirurgia cardíaca nos primeiros meses de vida. Além do tratamento mais invasivo, a recuperação poderá se dar sozinha ou com o uso de alguns medicamentos nos primeiros anos da criança. Já a maligna concentra o maior número de mortes, já que o desgaste físico contribui para o comprometimento do coração. Para o tratamento, recomenda-se a restrição de alimentos com excesso de sal e gordura.
Ela ocorre através da formação de placas ateroscleróticas que lesam o endotélio vascular, pelo acúmulo de lipoproteínas (Sposito et al., 2007). Foram selecionados artigos  para leitura na íntegra, dos quais 16 artigos foram escolhidos por relevância de conteúdo. Sendo assim, foram incluídos trabalhos publicados entre 2010 e 2015, os quais abordassem a associação direta entre o sistema cardiovascular e o funcionamento neuropsicológico em adultos ou idosos. Assim como no ano passado, houve aumento das mortes por DCV em domicílio, que registraram aumento de 11,74%. Foram mais de 42 mil óbitos nos primeiros seis meses de 2021, ante quase 38 mil mortes no mesmo período do ano passado.
Essas informações podem incluir textos pessoais ou imagens disponíveis em um site externo. Quando há insuficiência cardíaca sistólica,  o coração não consegue expelir o sangue adequadamente. Já a insuficiência diastólica, se refere à falta de sangue nos músculos do coração, em detrimento de sua rigidez. Atividades físicas e controle do estresse contribuem para abrandar os sintomas da hipertensão. A prevenção desses males pede conscientização e a promoção de mudanças no estilo de vida nas cidades. A Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) elenca um total de 11 fatores de risco para patologias cardiovasculares.
As estratégias comunitárias partem da premissa de que ações de saúde pública têm um impacto potencial maior do que propostas em nível individual13. As estratégias visam a mudança de comportamentos de risco e sua sustentabilidade é dada por meio do envolvimento de organizações comunitárias. São baseadas na prevenção primária dos fatores de risco e na promoção da saúde através da mobilização comunitária, estratégias de comunicação de massa e atividades interativas, screenings populacionais e intervenções que visam mudanças ambientais14-27. No Brasil, assim como em outros países da América Latina, observou-se, nas últimas décadas, uma importante mudança no perfil da mortalidade da população, caracterizado pelo aumento dos óbitos causados por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Dentre as DCNT, destacam-se as DCV e a hipertensão arterial (HA) com uma prevalência estimada de 35% na população acima de 40 anos. A instalação da HA ocorre cada vez mais precocemente e estima-se que cerca de 4% das crianças e adolescentes também sejam portadoras.
Existem fatores genéticos que contribuem para o surgimento destas doenças, mas um dos que mais afeta a saúde do coração é a manutenção de hábitos de vida pouco saudáveis. Em geral, homens que mantêm uma dieta inadequada, negligenciam a prática de atividades físicas, são tabagistas e fazem consumo exagerado de álcool têm uma tendência maior a desenvolver as DCV. Além disso, Reis et al. (2013) demonstraram que houve associação entre a pressão sanguínea e o tabagismo com todos os domínios cognitivos. Crichton et al. (2014), por sua vez, demonstraram relação inversa entre pressão sanguínea, tabagismo e funcionamento cognitivo. A partir disso, observa-se que a cognição é sensível para alterações metabólicas do organismo.